8.2.11

“Booklet” sobre redes sociais lançado dia 11

Assinala-se hoje o Dia Europeu da Internet Segura. Integrado nesta está o lançamento do “booklet” “Internet e redes sociais: tudo o que vem à rede é peixe?”, da autoria de um grupo de investigadores de Ciências da Comunicação da Universidade do Minho, na próxima sexta-feira, dia 11.


“Internet e redes sociais: tudo o que vem à rede é peixe?” é o título do “booklet” a lançar na próxima sexta-feira por investigadores de Ciências da Comunicação da Universidade do Minho (UM) e pretende mostrar “as práticas mediáticas dos jovens”.
O “booklet” a apresentar no Auditório Vita, em Braga, é o resultado de um trabalho prático com crianças e da investigação de Sara Pereira, Manuel Pinto e Luís Pereira, do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS) da Universidade do Minho.
À Agência Lusa, Sara Pereira explicou que «o objectivo é fornecer aos educadores ideias para conhecerem a realidade das práticas mediáticas dos jovens, entendidas como a relação destes com realidades como a televisão, videojogos e com a internet», explicitou a investigadora.

Este “booklet”, que está integrado na iniciativa "Redes Sociais e Literacia Digital", que se destina a assinalar o Dia Europeu da Internet Segura, a 08 de Fevereiro, é o terceiro e último número da coleção EduMedia, produzida no âmbito do projecto “Media Education in Booklets: Learning, Knowing and Acting”, que foi premiada com o “Evens Prize for Intercultural Education 2009 – Media Education”.
Para a investigadora Sara Pereira, os três temas-chave estão “ligados” à noção de “segurança na Internet”, mas “no sentido de tentar compreender o fenómeno e não apenas no sentido de proteger, principalmente as crianças e os jovens, dos perigos que a ‘rede’ pode ter”.
Sobre as práticas de segurança na rede, Sara Pereira considera mais “importante fornecer instrumentos de educação” do que “fazer um elenco dos perigos e aconselhar os educadores a ‘esconder’ estes perigos dos jovens”.
«Pretendemos fornecer aos educadores algumas ideias para conhecerem a realidade da rede, os conceitos que ela encerra. Damos sugestões para os educadores, mas também para os próprios adolescentes», frisou.

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