Um estudo da Universidade de Coimbra revelou que os portugueses não dão importância alguma à sua privacidade nas redes sociais, nomeadamente no Facebook.
"Os utilizadores do Facebook divulgam imensa informação pessoal, desconhecendo os riscos a que estão expostos. Ao fornecer informação aparentemente básica, como por exemplo, a morada ou a empresa onde trabalha, o utilizador torna o seu perfil vulnerável a possíveis ataques piratas ou a situações maliciosas", alerta o investigador Francisco Rente.
"Inconscientemente, as pessoas pensam que estão protegidas e não adoptam medidas de segurança". Os cidadãos e as instituições ainda "não perceberam o denominado processo de 'impersonalização' gerado pelas redes sociais, em que a informação disponibilizada pode servir de base para inúmeros ataques, tecnológicos ou não", acrescentou.
Francisco Rente afirma, ainda, que esta falta de consciencialização dos portugueses se deve essencialmente a quatro razões: "iliteracia, facilitismo, corrupção e oportunismo".
Servidores estatais pouco seguros
O estudo revelou, ainda, que mais de sete mil servidores, dos quais 1251 são estatais, têm um esquema de criptografia (técnica para esconder informação) de tal modo vulnerável que permite a um possível atacante informático ter acesso a toda a informação e partilhá-la publicamente, como se tem verificado com o caso Wikileaks.
Servidores estatais pouco seguros
O estudo revelou, ainda, que mais de sete mil servidores, dos quais 1251 são estatais, têm um esquema de criptografia (técnica para esconder informação) de tal modo vulnerável que permite a um possível atacante informático ter acesso a toda a informação e partilhá-la publicamente, como se tem verificado com o caso Wikileaks.

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